SECRETARIA

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Secretaria Municipal de Saúde

Maria Rosemary Farias Lima
SECRETÁRIO(A)

Maria Evelyn Vasconcelos de Souza - TESOUREIRO - TESOURARIA

Amparo: NOMEAÇÃO: 004/2025

Matrícula: 1**018

INFORMAÇÕES DO ÓRGÃO

CNPJ: 13.099.820/0001-24

Telefone(s): (83) 9.9113-9511

E-MAIL: saude@cuitedemamanguape.pb.gov.br

Horário: Atendimento ao Público - 08:30h às 17h

Endereço: Av. Severino Jorge de Sena, Nº Sn - Centro - CEP: 58.289-000

Mais informações do órgão
Atribuições da Secretaria
GESTÃO DO SUS MUNICIPAL PLANEJAR, COORDENAR E EXECUTAR A POLÍTICA MUNICIPAL DE SAÚDE, SEGUINDO DIRETRIZES DO MINISTÉRIO DA SAÚDE E DA SECRETARIA ESTADUAL DA PARAÍBA. GERIR O FUNDO MUNICIPAL DE SAÚDE E APLICAR OS RECURSOS DO SUS. FAZER A REGULAÇÃO DE CONSULTAS, EXAMES E PROCEDIMENTOS.
ATENÇÃO BÁSICA E ESPECIALIZADA COORDENAR AS UBS/USF, EQUIPES DE SAÚDE DA FAMÍLIA, NASF, CEO E CAPS. GARANTIR ATENDIMENTO MÉDICO, ODONTOLÓGICO, DE ENFERMAGEM E VACINAÇÃO. GERENCIAR PROGRAMAS COMO SAÚDE DA MULHER, HIPERDIA, PRÉ-NATAL, SAÚDE BUCAL E IMUNIZAÇÃO.
VIGILÂNCIA EM SAÚDE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA: MONITORAR DOENÇAS, SURTOS E NOTIFICAÇÕES. VIGILÂNCIA SANITÁRIA: FISCALIZAR FARMÁCIAS, MERCADOS, RESTAURANTES, ESCOLAS E ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE. VIGILÂNCIA AMBIENTAL: CONTROLE DE ENDEMIAS COMO DENGUE, ZIKA E CHIKUNGUNYA. VIGILÂNCIA EM SAÚDE DO TRABALHADOR.
ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA LOGÍSTICA DE INSUMOS: ARMAZENAR E DISTRIBUIR MEDICAMENTOS, IMUNOBIOLÓGICOS, KITS DE DIAGNÓSTICO E PRODUTOS DE CONTROLE VETORIAL. GERENCIAR A FARMÁCIA BÁSICA MUNICIPAL E ABASTECER AS UNIDADES DE SAÚDE.
REGULAÇÃO, CONTROLE E AUDITORIA CENTRAL DE REGULAÇÃO: AUTORIZAR E AGENDAR CONSULTAS E EXAMES DE MÉDIA/ALTA COMPLEXIDADE. MONITORAR CONTRATOS COM PRESTADORES CONVENIADOS AO SUS. ALIMENTAR SISTEMAS COMO CNES, SIA, SIH E E-SUS.
   
Departamento Contatos E-mail Mais
Coordenador de Atenção Básica (83) 98137-5787
saude@cuitedemamanguape.pb.gov.br
Setor Contatos Ramal E-mail
Mais
FARMÁCIA BÁSICA MUNICIPAL (83) 90000-0000
saude@cuitedemamanguape.pb.gov.br
Notícias do órgão
Perguntas frequentes FAQ

Os coronavírus são uma grande família viral, que causam infecções respiratórias em seres humanos e em animais. Em 80% dos casos, infecções por coronavírus causam doenças respiratórias leves a moderadas, semelhantes a um resfriado comum.

Até o momento, não. No entanto, cientistas ao redor do mundo (inclusive no Brasil) já iniciaram pesquisas para o desenvolvimento de uma vacina. Ainda é muito cedo para indicar se e quando ela estará disponível.

Os sinais e sintomas clínicos são principalmente respiratórios, semelhantes aos de um resfriado comum. Em casos mais graves, podem também causar infecção do trato respiratório inferior, como as pneumonias.

O profissional de saúde deverá estar usando máscara cirúrgica, luvas, avental não estéril e óculos de proteção. Em alguns momentos eles estarão usando também máscara tipo N95 e não deverão usar nenhum tipo de adorno (anéis, brincos, pulseiras, cordão, relógio, etc). Importante frisar que antes e depois do contato com o paciente é necessário também lavar as mãos ou usar antisséptico de mãos à base de álcool.

O diagnóstico é feito com a coleta de materiais respiratórios (aspiração de vias aéreas ou coleta de secreções da boca e nariz).

Sim. O óbito pode ocorrer em virtude de complicações da infecção como, por exemplo, insuficiências respiratórias.

Sim, ela é disponibilizada pelo Sistema Único de Saúde (SUS), atendendo a ordem dos grupos prioritários. Por isso é importante ficar atento e não cair em golpes, pois não houve liberação de venda no Brasil.

Os idosos foram incluídos entre os grupos prioritários para receberem a vacina, com uma divisão por faixa etária. Passando esta primeira etapa, o próximo grupo que está na fila são as pessoas de 80 anos ou mais, seguidas pela faixa dos 75 aos 79 anos; de 70 a 74 anos; de 65 a 69 anos; de 60 a 64 anos. O cronograma ainda não foi definido, mas a Secretaria de Estado da Saúde irá divulgá-las assim que o Ministério da Saúde disponibilizar novas doses.

A segurança e eficácia das vacinas não foram avaliadas nesses grupos, mas estudos em animais não demonstraram risco de malformações. Para as mulheres pertencentes ao grupo de risco, a vacinação poderá ser realizada após avaliação cautelosa dos riscos e benefícios e com decisão compartilhada entre ela e o seu médico prescritor. Para aquelas que forem vacinadas inadvertidamente, cabe ao profissional tranquilizá-las sobre a baixa probabilidade de risco e encaminhar para o acompanhamento pré-natal.

Os testes clínicos das duas vacinas aprovadas até agora pela Anvisa não contemplaram menores de 18 anos. Por isso, enquanto não houver estudos mais completos que incluam essa população, as crianças e adolescentes não estão no público-alvo que será imunizado. Após os resultados dos estudos clínicos da fase III, essas orientações podem ser revistas.

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